segunda-feira, 2 de abril de 2012

Estudo Dirigido sobre Webquest e Webfólio


Formação de Professores e Novas Tecnologias: possibilidades e desafios da utilização de webquest e webfólio na formação continuada (PIMENTEL, Fernando Silvio Cavalcante)

1- Quais as resistências para a utilização das novas tecnologias como recurso pedagógico na formação de professores?
Resistência por parte de alguns docentes, que não conseguem vislumbrar os ganhos com a mudança de paradigma. Esta resistência se dá devido ao forte vínculo às práticas de ensino-aprendizagem que por muitas vezes prendem os professores à estrutura burocrática exigida pelas secretarias dos respectivos cursos. E a resistência de alguns discentes que não acreditam no processo.

2- Quais as razões apontadas pelo autor para defender o Webfólio nos cursos de formação dos professores?
A utilização do webfólio compreende vários aspectos, entre eles educar para a competência informática, que é uma exigência dos novos tempos. Significa educar para a ética, já que os alunos são conduzidos para a própria produção de textos. Possibilita educar as relações pessoais e interpessoais, já que aos alunos é sugerida a intervenção no webfólio de seus pares. E constitui educar para a autonomia, pois cada aluno avança no seu próprio tempo e ao educador é solicitado o respeito ao caminhar de cada um na sua relação com a aprendizagem.

3- Quais os critérios para se fazer bom uso das novas tecnologias em sala de aula?
Não é a quantidade e a qualidade dos equipamentos que irão garantir que a formação será de qualidade e sim a forma como os recursos tecnológicos são utilizados. Acima de tudo a aprendizagem e a pesquisa devem ser estimuladas, além de manter sempre o pensamento crítico dos discentes. As novas tecnologias são apenas recursos que precisam ser bem utilizados, com a finalidade de construir conhecimento.

4- Quais os desafios para se trabalhar com o Webquest e o Webfólio na formação dos professores?
Problema de gestão, resistência dos educadores (formadores), resistência dos discentes (educadores-discentes em formação), falta de infra-estrutura, falta de recursos, paradigmas educacionais ou ilusões frente ao uso das tecnologias.

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